Sexta-feira, janeiro 15, 2021

O MPLA é o único partido que pode governar Angola – Rui Falcão

Notícias de Angola – O MPLA é o único partido que pode governar Angola – Rui Falcão

O primeiro secretário do comité provincial do MPLA, em Benguela, Rui Falcão, garantiu no passado final de semana, que o partido liderado por João Lourenço é a única força política no país com história para dirigir os destinos de Angola.
O pronunciamento foi feito durante a preparação do próximo congresso do partido que governo Angola, desde 1975, decorrido no  pavilhão gimno-desportivo do clube 1° de Maio.O político sublinha que o partido de que é membro do seu Bureau Político está a governar em condições ‘extremamente difíceis’ e que um outro, nestas circunstâncias, jamais aguentaria.

Angola está, neste momento, a viver uma das piores crises, daí que o político garanta estarem já a ser equacionadas políticas para se encontrar as melhores fórmulas para as resolver.

“Na Quinta-feira, 26, o camarada Presidente João Lourenço, no seu encontro com os jovens, teve a oportunidade de, sem tabús, e muita clarividência, explicar o real momento que estamos a viver”, elogiou.

O político reitera que a crise económica que assola actualmente o país é derivada de dois factores. Primeiro, do decréscimo do preço do barril de petróleo bruto no mercado internacional; segundo da pandemia da Covid-19, que vai, em certa medida, fustigando várias economias no mundo e Angola não é excepção.

“Mas, ainda a somar-se a isso, temos a infelicidade de termos de estar aqui com máscaras porque todos nós, e não é um problema de Angola, é um problema do mundo inteiro, nos debatemos hoje, com uma crise substancialmente maior do que a crise económica. E isso, porque o Covid-19 não é um problema de dinheiro, é um problema que afecta a saúde e a vida humana”, explicou.

O também membro do Bureau Político do partido sustentáculo do poder em Angola entende que, com esses dois factores a ensombrar o país, existe, em Angola, apenas um partido com capacidade para dirigir e este, no ponto de vista dele, chama-se ‘MPLA’.

“Somados esses dois factores, só, de facto, um partido com a nossa pujança as pode enfrentar combater e vencer”, gabou-se o político.

Deste modo, para encurtar caminhos, disse o número um do ‘M’ nesta circunscrição territorial, torna-se, deveras, imperioso que os militantes assumam essa dificuldade com coragem, sentido de Estado e responsabilidade.
O PAÍS

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