Terça-feira, 31 de Março de 2026
POLÍTICA

João Lourenço e Makuta Nkondo preparam visita a uma aldeia de carro

Por informativo Angolano

Junho 6, 2019 · atualizado há 7 anos

  • Publicado Junho 6, 2019
  • Leitura 2 min
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Notícias de Angola – João Lourenço e Makuta Nkondo preparam visita a uma aldeia de carro

As organizações não governamentais angolanas apelam ao Presidente João Lourenço a visitar mais as comunidades rurais para se inteirar das dificuldades por que passam as populações. Este apelo surge depois de, na quarta-feira, 5, Lourenço ter aceite o desafio do deputado pela CASA-CE, Makuta  Nkondo, para que visitem uma aldeia rural por via terrestre.

Makuta Nkondo
João Lourenço e Makuta Nkondo preparam visita a uma aldeia de carro

O convite ao João Lourenço foi feito no Palácio Presidencial por Makuta Nkondo que fez parte de uma delegação de deputados que assistiu a um audiência concedida por Lourenço ao vice-presidente do Parlamento da China, Wang Chen.

Makuta Nkondo contou que, numa curta conversa entre os dois à entrada no Palácio Presidencial, após o aperto de mãos, João Lourenço, aceitou o desafio lançado para visitar uma comunidade rural por via terrestre.

“O Presidente aceitou e disse que o seu secretário para os Assuntos Políticos, Constitucionais e Parlamentares, Marcy Lopes, vai preparar a visita, mas eu vou escolher o lugar”, disse Makuta Nkondo à VOA.

Esse episódio acontece quando várias organizações não governamentais queixam-se da ausência de visitas do Chefe de Estado a comunidades carentes.

André Augusto, coordenador da SOS Habitat, afirma que “se o Presidente visitar mais ele terá uma melhor fotografia sobre os problemas das populações”.

A mesma opinião tem o padre Pio Wakussanga, presidente da Associação Construindo Comunidades, para quem devia haver mais interação entre o poder e a população.

“O Presidente precisa fazer mais visitas e as referidas visitas devem ser mais alargadas, ouvindo outras sensibilidades”, defendeu Pio Wakussanga, que apelou também a mais contatos as organizações da sociedade civil e das igrejas.

Fonte: VOA

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