One Web vai operar em Angola a partir de 2020

A nova provedora de internet projecta providenciar conectividade a todas as áreas rurais, onde considera grande a margem de crescimento, dentro de dois ou três anos.

A One Web, empresa americana do ramo das telecomunicações, anunciou no início da semana a intensão de instalar infra-estruturas de telecomunicações nas zonas rurais para facilitar o acesso das empresas e da comunidade à Internet.

One Web vai operar em Angola.

De acordo com o Chairman da provedora norte-americana, Greg Wyler, essa meta será alcançada em três anos e faz parte do plano global da empresa, que pretende acelerar o desenvolvimento da primeira rede global de telecomunicações até 2021. Greg Wyler fez saber que o início da aplicação da capacidade da multinacional das telecomunicações no País está previsto para o próximo ano e espera que, até 2021, a empresa comece a colher os resultados.

O empresário que falava a margem do encontro com o Presidente da República, João Lourenço, no Palácio da Cidade Alta, assegurou que foi analisado a importância da conectividade e o acesso à Internet nas áreas rurais, o que deve contribuir fundamentalmente para o desenvolvimento destas comunidades.

No final do encontro, o gestor disse ter analisado com o Estadista angolano, entre vários outros assuntos, as linhas gerais de implementação do projecto, cujos custos não avançou.

 

Sobre a One Web

Fundada em 2012, a One Web lançou, em Fevereiro deste ano (2019), os seus primeiros seis satélites com o objectivo de fornecer Internet de banda larga aos usuários de todo o mundo. A multinacional assume um investimento realizado na ordem dos 35 mil milhões de dólares, com realce para a maior estrutura espacial do mundo, estrutura que deve ajudar os operadores móveis e operadores de serviço de Internet a chegarem às áreas mais recônditas, onde as telecomunicações são ainda bastante deficitárias e o investimento muito oneroso. One Web está a trabalhar a nível global para conseguir estender o sinal da Internet às localidades onde o actual sistema não é capaz de levar o sinal, pelo facto dos serviços serem ainda bastante caros.

 

Fonte: Jornal o Mercado.

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