Caso “burla tailandesa” começa hoje o julgamento

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Começa hoje o julgamento Caso burla tailandesa – Informativo Angolano

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O Informativo Angolano sabe que, na passada terça-feira, o tribunal tribunal supremo Angolano já havia garantido que todas as condições estavam criadas para o início do julgamento hoje quinta-feira 17, o caso de corrupção “Burla Tailandesa” um caso de alegada tentativa de burla para os cofres do Estado Angolano num valor equivalente a 50 bilhões de dólares.

O Informativo Angolano soube também que o julgamento terá lugar na terceira sessão da câmara criminal do Tribunal Supremo em Luanda, tendo como arguidos, cidadãos angolanos e tailandeses, alguns deles em prisão preventiva e outros por meio de uma medidas de coação que foi aplicada, estão em prisão domiciliária.

O Informativo Angolano lembra que, para este caso de corrupção em Angola, os arguidos foram pronunciados pela prática dos crimes de associação criminosa, fabrico e falsificação de títulos de crédito, falsificação de documentos e uso de documentos falsos, burla por defraudação na forma frustrada, promoção e auxílio à imigração ilegal e tráfico de influência.

A tentativa de burla

No âmbito do processo “Burla Tailandesa”, foram detidos 6 indivíduos de outros países (entre tailandeses e canadianos) e dois angolanos, suspeitos de terem feitos delitos, de adulteração de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais. Os elementos da rede travada pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), que terão começado a desenvolver a actividade criminosa em Novembro de 2017, tentaram defraudar o Estado angolano, quando se diziam possuidores da empresa Centennial Energy Company, Limited, com sede nas Filipinas.

Os supostos burladores chegaram a Ganhar 53 propostas de organizações angolanas, das quais uma terá resultado em burla. O grupo terá simulado dispor de acesso a uma diretriz de crédito aberta no banco filipino Bangko Sentral NG Filipinas, no valor de 50 mil milhões de dólares. Mas o Serviço de Investigação Criminal tem provas suficientes sobre a inexistência dessa linha de crédito.

Na operação, o SIC apreendeu um cheque supostamente pertencente ao “Bank of China Limited”, com uma soma de 99 mil milhões de dólares do Banco da China (Hong Kong) a favor da Centennial Energy Company, Limited, que serviria de base para negociações de burla à pala de promessas de financiamentos a organizações angolanas.

O grupo, que se encontrava hospedado num dos melhores hotéis de Luanda a expensas de uma empresa angolana, deu procedimentos no sentido de criar uma sucursal da Centennial Energy Company, Limited, a Centennial Energy Comércio e Prestação de Serviços, Lda.

Embora tudo tivesse sido feito para a criação da em- presa, como a criação de estatutos, designação Número de Identificação Fiscal (NIF) e conta do banco faltava a certificação do investimento. Era preciso confirmar e fazer prova da capacidade financeira de investimento.

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