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· 2 min de leitura

Pedreiro de 37 anos dununcia alegada agressão física após cobrança de 25 mil kwanzas ao músico Filho do Zua

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Um cidadão nacional, identificado como Morais Jorge Figueira Quissola, pedreiro de profissão, de 37 anos de idade, residente no município do Kilamba, em Luanda, denuncia ter sido violentamente agredido por um grupo de oito indivíduos, nesta quarta-feira, 07, depois de um colega ter ido à residência do músico Filho do Zua, cobrar um dinheiro referentes a trabalhos realizados na sua residência.

Em declarações ao Jornal Na Mira do Crime, nesta quinta-feira, 08, Morais Jorge Figueira Quissola contou que presta serviços de construção num condomínio denominado Elite, onde, segundo afirma, o músico possui uma residência.
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‎De acordo com o entrevistado, alguns dos seus colegas realizaram trabalhos na referida residência, mas não receberam na totalidade os valores monetários acordados com o cantor.
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‎Segundo Morais, na quarta-feira, o músico esteve no condomínio e, no momento em que os trabalhadores se preparavam para deixar o local, um dos seus colegas dirigiu-se à residência dele para tratar do assunto.
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‎“O meu colega passou lá na residência, perguntando pelo Filho do Zua, e o irmão dele respondeu que ele estava no interior da casa. O meu amigo pediu para que o irmão lhe avisasse que tinha que pagar o seu dinheiro”, relatou.
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‎O pedreiro conta que não esteve no local, enquanto tudo decorria, permaneceu na obra onde presta serviço e, pouco depois, viu o seu colega que foi cobrar à dívida a regressar visivelmente agastado, reclamando dos valores que, segundo ele, ainda lhe eram devidos.
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‎“Fiquei a retirar o material da obra para o contentor. Não tardou, apareceram dois Suzuki Express, de cor laranja, e saíram oito homens grandes. Logo que chegaram, não perguntaram nada. Começaram a agredir-me, bateram-me no chão, bateram a minha cabeça contra a parede e fizeram várias agressões”, denunciou.

‎Contactado pelo Jornal Na Mira do Crime, no princípio do contraditório, o músico Filho do Zua desmentiu as acusações, explicando que o jovem havia realizado um trabalho na sua residência e tinha feito um levantamento de 25 mil kwanzas sem cartão, por não possuir Express.
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‎Segundo o músico, cinco dias depois, o jovem informou que não conseguiu levantar o valor, apesar de o ver diariamente sem lhe comunicar a situação.

Fonte: Jornal na Mira do Crime

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