Ex-coordenador da Angola Telecom teve tensão arterial e desmaio por não ser nomeado PCA

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O Informativo Angolano soube que, o Ex-coordenador da comissão de gestão da Angola Telecom, teve tensão arterial e desmaio por não ser nomeado pelo PR João Lourenço como PCA daquela empresa.

Um dos membros da antiga Comissão de Gestão do processo de reestruturação da Angola Telecom, Bartolomeu Pereira quando soube que não foi nomeado, como um dos presidentes do Conselho de Administração daquela empresa estatal, teve tensão arterial aumentada e posterior desfalecimento.

A informação foi prestada por uma fonte ligada à empresa, dizendo que Bartolomeu Pereira, estava seguro de que seria nomeado como um dos PCA da Angola Telecom, e teve de se empenhar muito para conseguir colocar a empresa rentável.

A empresa estatal de telefonia fixa e prestação de serviços de internet, Angola Telecom ficou no cargo desde Janeiro último, até ao dia 10 de Outubro aquando do seu afastamento, e sem qualquer comunicação atempada.

O membro da comissão de gestão terá recebido garantias, segundo apuramos, por parte do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação, que teria uma pasta de PCA adjunto daquela empresa e, com esta exoneração talvez terá atrapalhado o seu plano, e a forma como se empenhou, lhe criou mau estar, assim que a tensão arterial terá aumentado, teve desfalecimento e foi levado numa clínica privada, aonde recuperou da doença.

Na óptica da fonte, Bartolomeu Pereira pensa nos próximos tempos abandonar a empresa, para se dedicar na academia, como dando aulas ou mesmo prestar consultoria, em algumas empresas do ramo das telecomunicações.

O mesmo dormia pouco, estava sempre na empresa, onde entrava de manhã e saía apenas as 22 horas, algumas vezes, a altas horas da noite. Desde 2010 que a Angola Telecom tem levado a cabo um processo de reestruturação que culminará com a sua privatização parcial.

Entre os planos de reestruturação da Angola Telecom, consta a privatização de 45 por cento do capital social da empresa, e o investimento de mais de 200 milhões USD, para o lançamento da terceira operadora de telefonia móvel, segundo avançou o coordenador cessante Eduardo Sebastião, em conferência de imprensa em 2018.

O ex-coordenador da comissão de gestão interina apontou que o investimento será realizado em parceria com um futuro investidor, depois de concretizada a privatização.

O documento declara que a nomeação do novo Conselho de Administração para a Angola Telecom é «resultado da conclusão do processo de reestruturação desta, com a finalidade de viabilizar a sua capitalização e de adoptá-la de condições de atratividade, tendo em vista a sua posterior privatização».

C/ LPN
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